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quinta-feira, 16 de julho de 2020

Por quê, porque, por que e porquê - Português/redação

O candidato que reconhece a condição na qual se aplica “por que”, “porquê”, “por quê” e “porque” se prepara tanto para a prova de português, na primeira fase, como para a redação, na segunda fase. Ademais, inseri-los corretamente em uma dissertação pode ajudar a fundamentar a argumentação daquilo que se escreve. Vamos diferenciá-los por meio de exemplos? “Porque”, junto e sem acento, é utilizado em frases afirmativas, as quais introduzem causa/explicação. “Por que”, separado e sem acento, é introduzido em frases interrogativas. “Porquê”, junto e com acento, é inserido como substantivo, no momento em que o vocábulo que o antecede for um artigo. “Por quê”, separado e com acento, é aplicado no final de período. Consequentemente, podemos imaginar uma conversa entre dois amigos que estudam para o CACD:
- Por que aprender os porquês da nossa língua materna parece ser tão complicado? Indago, por quê?
- Recomendo que você acesse as redes sociais do Diálogo Diplomático, porque foi feita uma postagem a respeito deste tema.
Esperamos, queridos seguidores, que vocês nunca mais se equivoquem neste tópico do edital. No Curso de Redação do Diálogo Diplomático, os nossos alunos recebem orientações que são capazes de melhorar tanto as ideias defendidas em uma prova analítica quanto seu conhecimento gramatical. Caso tenham interesse, sintam-se à vontade para escrever-nos. 

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Live acerca de como gerenciar o tempo de revisão até a primeira fase do CACD

Participem da nossa LIVE, que acontecerá no sábado, dia 18/07/2020, às 17h, em nosso canal no YouTube. Em nosso encontro, conversaremos a respeito de como gerenciar o tempo de revisão até a primeira fase do CACD. Contamos com a participação de todos.


Trade-off - Economia

Na economia, estuda-se trade-off, termo que define uma situação em que há conflito de escolha. Logo, com base no custo de oportunidade, uma opção é renunciada com a finalidade de obter-se outra. Como exemplo, podemos mencionar os CACDistas que abdicarão ao lazer das próximas semanas em benefício de terem mais tempo para lerem obras, revisarem os cadernos, assistirem às aulas e resolverem questões. No concurso, o trade-off caracteriza-se em um debate no tocante à inflação e ao desemprego. Vocês, caríssimos seguidores, já conhecem o posicionamento dos clássicos e dos keynesianos sobre este tópico? Uns defendem a inexistência de trade-off na política econômica e acreditam que tanto o aumento quanto a redução da inflação não alteram o desemprego. Sob outra perspectiva, outros contestam ao dizerem que, se a inflação for mais alta, o desemprego será mais baixo, ao passo que, se a inflação for mais baixa, o desemprego será mais alto. Vocês sabem definir cada lado? Conseguem exemplificar o funcionamento da Curva de Phillips? No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, não só este, mas vários outros pontos são estudados pelos alunos, os quais englobam todo o edital. Se você acredita que estuda bastante, revisa o seu material repetidamente, e, ainda assim, tem dificuldade em lembrar-se do que estudou e não avança na pontuação quando responde itens, não se frustre. Nós podemos ajudar. Envie-nos uma mensagem.


terça-feira, 14 de julho de 2020

Governo constitucional (1934-1937) - Segunda parte do primeiro governo Vargas - História do Brasil

A segunda parte do primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) vai de 1934 a 1937 e é chamada de Governo Constitucional. Como consequência da Revolução Constitucionalista de 1932, tivemos a Constituição de 1934. É possível afirmar que tanto a constituição alemã de 1919 quanto a constituição espanhola de 1931 influenciaram a Carta brasileira. Alguns de seus atributos são a divisão dos poderes, o federalismo, o voto feminino, a existência dos deputados classistas, a livre organização partidária, etc. Em um contexto polarizado da história, os dois principais partidos no Brasil eram a Ação Integralista Brasileira (AIB) e a Aliança Nacional Libertadora (ANL). Em 1935, houve a Intentona Comunista, uma tentativa em que comunistas quiseram tomar o governo de Vargas. Este, todavia, conseguiu reprimi-la. Ademais, o presidente brasileiro aproveitou essa situação para concentrar poderes. Por causa desse momento de hostilidade, a administração Vargas lançou o Plano Cohen, com o argumento de que uma conspiração comunista poderia acontecer a qualquer momento. Como resultado, Vargas fechou o Congresso Nacional e aplicou um golpe, o qual deu origem ao Estado Novo. Gostaram do resumo de hoje? No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, os alunos aprendem todos os tópicos presentes em nossas postagens, mas de maneira muito mais aprofundada e detalhada. Querem saber como? Não hesitem em entrar em contato conosco. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas.


segunda-feira, 13 de julho de 2020

Mercosul - Direito internacional

Estuda-se Mercado Comum do Sul (Mercosul) em política internacional, em economia brasileira e em direito internacional público, disciplina de hoje. De início, precisa-se saber que o Mercosul foi criado em 1991, por meio do Tratado de Assunção, e seus membros fundadores são Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Em 1994, o Protocolo de Ouro Preto estabeleceu as bases institucionais do Mercosul, o qual lhe concedeu personalidade jurídica internacional. Lembram-se de nossa postagem acerca de sujeitos de direito internacional? Dado que o Mercosul se tornou uma organização internacional (OI), pode-se afirmar que direitos e obrigações foram atribuídos a esta OI. O Protocolo de Las Leñas, de 1996, visa a regular a assistência mútua e a ampla cooperação jurisdicional em matéria civil, comercial, trabalhista e administrativa entre os Estados. O Protocolo de Ushuaia, de 1998, refere-se ao compromisso democrático entre os países. Em 2002, assinou-se o Protocolo de Olivos, responsável pela solução de controvérsias entre os países participantes da organização. Antes de seu surgimento, as controvérsias eram reguladas pelo Protocolo de Brasília, de 1991. A respeito de sua estrutura, há o Conselho do Mercado Comum (CMC), o Grupo Mercado Comum (GMC), a Comissão de Comércio do Mercosul (CCM), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), etc. Percebam que termos jurídicos foram utilizados em nosso texto, diferentemente de como seria uma explicação feita em economia brasileira ou em política internacional, ainda que fosse sobre o mesmo tópico. Dicas como estas estão inclusas nos cursos oferecidos pelo Diálogo Diplomático. Temos coaching e redação. Gostariam de aprimorar o seu conhecimento e as suas técnicas de prova? Contatem-nos.


sexta-feira, 10 de julho de 2020

Governo Dutra - Política internacional

A política externa brasileira (PEB), no governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951), situou-se em um conjuntura que compôs o início da Guerra Fria, um confronto ideológico entre os Estados Unidos da América (EUA) e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Revisemos alguns pontos, caros seguidores. Em 1947, o Brasil rompeu relações diplomáticas com a URSS. No mesmo ano, assinou-se o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR), um tratado de defesa mútua celebrado entre diversos países americanos, na cidade do Rio de Janeiro. Esse episódio contou com a participação de Raul Fernandes, chanceler brasileiro, como um dos redatores do texto. Em 1948, surgiu a Organização dos Estados Americanos (OEA), a qual tem por finalidades construir uma ordem de paz e de justiça no continente americano, promover a solidariedade, o desenvolvimento e a cooperação entre os Estados da região, além de defender a democracia e os direitos humanos. Quem tiver interesse em saber mais acerca da OEA, indicamos a leitura de sua carta. Em 1949, o Estado brasileiro não reconheceu a China comunista e preferiu ter relações diplomáticas com Taiwan. No que diz respeito aos EUA, o professor Gerson Moura aplicou o termo “alinhamento sem recompensas”, uma comparação feita entre os ganhos obtidos no governo Getúlio Dornelles Vargas, contexto benéfico para o Brasil em virtude da Segunda Guerra Mundial, e o governo Dutra, malgrado a Missão Abbink e a Comissão Mista Brasil-Estados Unidos. Há muitos outros acontecimentos no governo Dutra, os quais aparecem periodicamente no concurso. Gostariam de estudar a política externa brasileira até os dias atuais? O Programa de Coaching do Diálogo Diplomático pode ajudar na sua preparação. Enviem-nos uma mensagem e saibam como.  


quinta-feira, 9 de julho de 2020

Pontuação (vírgula) - Língua portuguesa

Quem participou das nossas lives compreendeu a relevância da língua portuguesa na preparação para o CACD, tanto na interpretação de texto como na redação. Por isso, a dica de hoje é em relação à vírgula, tópico de pontuação válido para todas as provas discursivas. Algumas de suas funções são separar o adjunto adverbial deslocado, o vocativo, o aposto, o predicativo, os termos repetitivos, etc. Como exemplos de frase, podemos mencionar: “No Instituto Rio Branco, os recém-aprovados compareceram a uma palestra.”; “Professor, você pode repetir a explicação, por gentileza?”; “A diplomacia, carreira na qual o diplomata auxilia na execução da política externa de seu país, é uma profissão estimada.”; “O CACDista, maravilhado, visitou o Itamaraty.”; “Após a divulgação do edital, eu aproveito os meus horários livres para estudar, estudar, estudar.”. Essas vírgulas até podem ser negligenciadas em uma conversa informal em alguma rede social. Uma vez que a nossa intenção é ajudá-los nos estudos rumo ao Itamaraty, entretanto, devemos orientá-los segundo o padrão com o qual o corretor corrigirá a sua prova. Ademais, saibam que existem casos em que a vírgula é facultativa. Vocês já sabem distingui-los? Da mesma maneira, recordem-se de que não se pode separar o sujeito do verbo, independentemente de seu tamanho. Exemplo: “O aluno aprovado em primeiro lugar no concurso de 2020 mora no Espírito Santo.”. Equivocadamente, muitos candidatos inseririam uma vírgula depois de 2020. Ainda no tópico de pontuação, o aspirante à carreira de diplomata precisa estudar acerca de ponto e vírgula, travessão, parênteses, aspas, ponto final, reticências, dois pontos, colchetes. No Curso de Redação do Diálogo Diplomático, orientamos os nossos alunos em tudo o que eles precisam dominar antes de elaborar um texto. Se você necessita de ajuda para começar a sua preparação, ou se já conhece todo o edital e quer começar a escrever, nós podemos instruir. Dúvidas? Entre em contato conosco.