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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Urbanização - Geografia

É possível afirmar que o processo de urbanização no Brasil causou bastantes mudanças na organização socioespacial do Estado brasileiro. Eventos como a expansão do número de cidades no país, a evolução dos meios de transporte e de comunicação, a mudança feita pelo povo ao sair do campo e migrar para a cidade, tal como debates acerca de desigualdade social ilustram este assunto na geografia. De acordo com Milton Santos: “Se o índice de urbanização pouco se alterou entre o fim do período colonial até o final do século XIX e cresceu menos de quatro pontos nos trinta anos entre 1890 e 1920 (passando de 6,8% a 10,7%), foram necessários apenas vinte anos, entre 1920 e 1940, para que essa taxa triplicasse, passando a 31,24%”. Ademais, pode-se conceituar que, entre 1940 e 1980, sucedeu uma efetiva inversão de residência da população brasileira, a qual aumentou exponencialmente tanto a população do Brasil quanto a população que começou a viver nas cidades. Afinal, a expansão das indústrias e da quantia de ofertas de trabalho foram elementos que corroboraram o processo de urbanização. Em meio aos exemplos existentes, pode-se indicar Juscelino Kubitschek e sua política desenvolvimentista, com o intuito de crescer 50 anos em 5. Atualmente, embora o Brasil continue urbano, há casos de pessoas que decidem voltar para o campo, assim como aquelas que optam pelas cidades médias em vez de viver em metrópoles. Vocês sabem o motivo? Nos cursos oferecidos pelo Diálogo Diplomático, seja Coaching, seja Redação, os nossos alunos aprendem os assuntos do edital por meio de leituras e revisões e treinam suas argumentações em provas discursivas. Desejam saber como? Não hesitem em entrar em contato conosco.  


quinta-feira, 30 de julho de 2020

Governo Dutra - História do Brasil

Após o período conhecido como Estado Novo (1937-1945), na história do Brasil, teve início a fase de redemocratização, também chamada de “República Liberal”. Com cerca de 55% dos votos, Eurico Gaspar Dutra venceu as eleições contra Eduardo Gomes, Yedo Fiúza e Mário Rolim Teles. Inicialmente, Dutra governou por decretos, até a formulação da quinta Constituição Federal Brasileira, em 1946. Em seus pontos principais, podem-se encontrar a divisão dos três poderes, o presidencialismo, o federalismo, o corporativismo, etc. No que diz respeito à política externa, esse período presidencial situa-se em uma circunstância de começo de Guerra Fria, a qual envolveu a participação do Brasil no Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR), na Organização dos Estados Americanos (OEA), ademais de seu rompimento de relações diplomáticas com a União Soviética. Na economia, ocorreu o que é chamado de “ilusão cambial”. Dutra, ao crer que capitais estrangeiros poderiam ser investidos no Brasil, reduziu tarifas e barreiras alfandegárias. Países como os Estados Unidos, no entanto, por efeito da Guerra Fria, não investiram a quantidade que a administração brasileira esperava. Posteriormente,  o governo Dutra interveio mais na economia. Como exemplo, cita-se o “Plano Salte”, responsável pelo investimento em saúde, alimentação, transporte e energia. Vale lembrar que o salário mínimo permaneceu congelado neste governo. Em conclusão, aconteceram novas eleições no ano de 1950, cujo resultado foi a vitória de Getúlio Dornelles Vargas. Gostaram das dicas? No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, os nossos alunos também aperfeiçoam o conhecimento acerca da República Liberal. Desejam saber como? Enviem-nos uma mensagem.


quarta-feira, 29 de julho de 2020

Relações Brasil-Europa - Política Internacional

Países do continente europeu têm grande participação na história da Política Externa Brasileira (PEB). Em meio a vários exemplos, podemos citar Portugal e a colonização, a Espanha e as disputas territoriais, a França Antártica e a França Equinocial, o Brasil Holandês na  região Nordeste,  a Inglaterra e os Tratados de 1810, etc. Hoje, discorreremos acerca de assuntos contemporâneos. Portugal tem vínculo cultural, histórico e migratório com o Brasil, a ponto de, juridicamente, existir equiparação entre cidadãos. Ambos cooperam em diversos setores na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A Alemanha é um dos maiores parceiros comerciais do Brasil na Europa, além de juntar-se ao Estado brasileiro, juntamente com Índia e Japão, para reformar o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) por meio do G4. Apoiadora da entrada do Brasil no CSNU, a França é um dos maiores parceiros políticos do Brasil no Velho Continente. Nessa relação, franceses cooperam com o Brasil na cultura, no ramo militar, etc. A Espanha é um Estado com muitos investidores no território brasileiro, como no setor hoteleiro, telefônico e bancário. A Holanda é responsável por superávits econômicos na balança comercial do Brasil, primordialmente por causa do porto de Roterdã. Como é a parceria entre o Brasil e a Inglaterra? Vocês sabem? Como estão as relações entre o Brasil e a Itália? No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, a PEB é estudada tanto em sua estrutura inicial quanto em sua evolução no decurso dos séculos. Vocês gostariam de aprender mais sobre este tópico que faz parte do cotidiano de um diplomata? Entrem em contato conosco para mais informações.


terça-feira, 28 de julho de 2020

Conferências nos anos 1940 - História mundial

Na primeira metade dos anos 1940, de meados ao final da Segunda Guerra Mundial, contexto em que os Aliados e o Eixo batalhavam, uma série de conferências foram criadas. Nesses encontros, líderes mundiais delinearam o futuro das relações internacionais. Como sabemos que muitos candidatos costumam confundir-se com os nomes, os anos e o que foi realizado em cada reunião, compartilharemos algumas informações com vocês, futuros diplomatas. Por meio de exemplos, podemos apresentar a Conferência do Atlântico (1941), a Conferência de Washington (1942), a Conferência de Casablanca (1943), a Conferência de Moscou (1943), a Conferência do Cairo (1943), a Conferência de Teerã (1943), a Conferência de Bretton Woods (1944), a Conferência de Ialta (1945), a Conferência de São Francisco (1945), a Conferência de Potsdam (1945). Entender tais acontecimentos pode ajudá-los no momento de avaliar itens de C/E, bem como incrementar suas explicações em provas discursivas. Alguns de seus objetivos foram fornecer matéria-prima a países parceiros, traçar planos para as fases da guerra, corrigir divergências, definir o sistema econômico internacional, criar uma organização internacional, fazer divisões territoriais em áreas de influência, criar tribunais para punir responsáveis pela violação de direitos humanos, etc. Recordem que história mundial se harmoniza com outras matérias do CACD. Consequentemente, essa disciplina deve ser estudada com afinco. No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, os nossos alunos estudam sobre todo o contexto das guerras mundiais. Gostariam de aprimorar seu conhecimento histórico, político, econômico, cultural, militar por meio de leituras direcionadas para o CACD? Nós podemos ajudar. Contatem-nos.  


Live com a psicóloga Adriana Moreno (CACD e saúde mental)



O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata 2020 está cada vez mais próximo. Logo, pode-se afirmar que as semanas que envolvem a publicação do edital e a primeira fase do CACD costumam ser grandes vilãs na preparação de um candidato. Somam-se a ansiedade, o estresse, os pensamentos negativos, a quantidade de matérias presentes no edital, as deficiências em certas disciplinas, as poucas horas de estudo disponíveis no dia. Enfim, muitos candidatos transformam um concurso público em uma guerra psicológica. Com o objetivo de ajudá-los, orientá-los e até mesmo acalmá-los nestas semanas de reta final, o professor Maurício Costa fará uma live com a psicóloga Adriana Moreno, cujo assunto principal será a saúde mental de aspirantes à carreira de diplomata. O encontro será no dia 01/08/2020, às 16:30h, na página do Facebook e no canal do YouTube do Diálogo Diplomático. Contamos com a participação de todos vocês. Bons estudos!


segunda-feira, 27 de julho de 2020

Barroco - Literatura

Conhecer gêneros literários pode facilitar tanto a interpretação de texto na primeira fase como a apresentação e a defesa de ideias na segunda fase. Logo, com o objetivo de ajudá-los, definiremos conceitos acerca da Arte Barroca. Afinal, cultura geral também faz parte da preparação de um CACDista. O Barroco teve início na Itália e difundiu-se entre os séculos XVI e XVIII. Resumidamente, trata-se do antagonismo entre o religioso e o mundano. Além disso, devido aos atritos religiosos da época e ao temor pela perda de fiéis, em consequência da Inquisição e da Reforma Protestante, assuntos como céu e inferno, santidade e pecado, salvação e condenação estiveram presentes nos discursos. Em meio aos diferentes posicionamentos religiosos, emoções e aparências de sofrimento prevaleciam em suas esculturas. A título de curiosidade, a cidade de Salvador-BA, capital do Brasil até 1763, exibe obras arquitetônicas de origem barroca. Ao pensarmos na preparação para o CACD, podemos citar o Padre Antônio Vieira, figura bastante conhecida pelos examinadores de língua portuguesa. Nascido em Lisboa, Vieira destacou-se como missionário em terras brasileiras no século XVII, ao defender os direitos dos índios, combater seus maus-tratos e evangelizá-los. Filósofo e escritor, o padre, em seus exemplares, escrevia sobre comportamentos a serem seguidos, valores morais, atitudes que deveriam ser tomadas etc. De igual modo, podemos citar Aleijadinho, escultor e arquiteto, cujos exemplos de obra são a Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Vocês, caros seguidores, conhecem outros exemplos do Barroco? No Curso de Redação do Diálogo Diplomático, os nossos alunos desenvolvem o conhecimento em toda essa arte e aprende/aprimora técnicas de escrita. Gostariam de fazer o mesmo? Enviem-nos uma mensagem.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Solução de controvérsias - Direito internacional

Ao estudar sobre solução pacífica de controvérsias em direito internacional, o candidato obtém raciocínio jurídico no que diz respeito a divergências entre diferentes partes. Na generalidade, pode-se afirmar que embates, entre Estados, por exemplo, devem ser solucionados por meio do diálogo e que o uso da força é proibido. Existem, entretanto, duas exceções no contexto das relações interestatais, nas quais o uso da força é permitido. A primeira faz alusão à autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas, com base no capítulo VII, artigo 42, da Carta da ONU, ao passo que a segunda se refere a situações de legítima defesa, baseada no artigo 51, também presente na Carta supracitada. Conclui-se, por conseguinte, que, via de regra, o direito internacional é “jus contra bellum”. Além disso, queridos seguidores, saibam que não existe prazo máximo para a resolução de uma controvérsia. Por isso, se a banca examinadora estipular um período na prova de primeira fase, o item estará incorreto. Por fim, alguns meios foram estabelecidos com a finalidade de resolver controvérsias, os quais são os meios diplomático, político e jurídico. Nessas opções, encontram-se as negociações diplomáticas, a mediação, o inquérito, a conciliação, a arbitragem, a participação de tribunal internacional, etc. No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, por intermédio de leituras, revisões e exercícios, os nossos alunos adquirem técnicas e linguagens necessárias segundo as distintas disciplinas do edital. Se você busca orientação para a sua preparação, nós podemos ajudar. Escreva-nos.