É possível afirmar que o processo de urbanização no
Brasil causou bastantes mudanças na organização socioespacial do Estado
brasileiro. Eventos como a expansão do número de cidades no país, a evolução
dos meios de transporte e de comunicação, a mudança feita pelo povo ao sair do
campo e migrar para a cidade, tal como debates acerca de desigualdade social
ilustram este assunto na geografia. De acordo com Milton Santos: “Se o índice
de urbanização pouco se alterou entre o fim do período colonial até o final do
século XIX e cresceu menos de quatro pontos nos trinta anos entre 1890 e 1920
(passando de 6,8% a 10,7%), foram necessários apenas vinte anos, entre 1920 e
1940, para que essa taxa triplicasse, passando a 31,24%”. Ademais, pode-se
conceituar que, entre 1940 e 1980, sucedeu uma efetiva inversão de residência
da população brasileira, a qual aumentou exponencialmente tanto a população do
Brasil quanto a população que começou a viver nas cidades. Afinal, a expansão
das indústrias e da quantia de ofertas de trabalho foram elementos que
corroboraram o processo de urbanização. Em meio aos exemplos existentes, pode-se
indicar Juscelino Kubitschek e sua política desenvolvimentista, com o intuito de
crescer 50 anos em 5. Atualmente, embora o Brasil continue urbano, há casos de
pessoas que decidem voltar para o campo, assim como aquelas que optam pelas
cidades médias em vez de viver em metrópoles. Vocês sabem o motivo? Nos cursos
oferecidos pelo Diálogo Diplomático, seja Coaching, seja Redação, os nossos
alunos aprendem os assuntos do edital por meio de leituras e revisões e treinam
suas argumentações em provas discursivas. Desejam saber como? Não hesitem em
entrar em contato conosco.
sexta-feira, 31 de julho de 2020
Urbanização - Geografia
quinta-feira, 30 de julho de 2020
Governo Dutra - História do Brasil
Após o período conhecido como Estado Novo (1937-1945), na
história do Brasil, teve início a fase de redemocratização, também chamada de “República
Liberal”. Com cerca de 55% dos votos, Eurico Gaspar Dutra venceu as eleições
contra Eduardo Gomes, Yedo Fiúza e Mário Rolim Teles. Inicialmente, Dutra
governou por decretos, até a formulação da quinta Constituição Federal
Brasileira, em 1946. Em seus pontos principais, podem-se encontrar a divisão
dos três poderes, o presidencialismo, o federalismo, o corporativismo, etc. No
que diz respeito à política externa, esse período presidencial situa-se em uma
circunstância de começo de Guerra Fria, a qual envolveu a participação do
Brasil no Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR), na
Organização dos Estados Americanos (OEA), ademais de seu rompimento de relações
diplomáticas com a União Soviética. Na economia, ocorreu o que é chamado de
“ilusão cambial”. Dutra, ao crer que capitais estrangeiros poderiam ser
investidos no Brasil, reduziu tarifas e barreiras alfandegárias. Países como os
Estados Unidos, no entanto, por efeito da Guerra Fria, não investiram a
quantidade que a administração brasileira esperava. Posteriormente, o governo Dutra interveio mais na economia. Como
exemplo, cita-se o “Plano Salte”, responsável pelo investimento em saúde,
alimentação, transporte e energia. Vale lembrar que o salário mínimo permaneceu
congelado neste governo. Em conclusão, aconteceram novas eleições no ano de
1950, cujo resultado foi a vitória de Getúlio Dornelles Vargas. Gostaram das
dicas? No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, os nossos alunos também
aperfeiçoam o conhecimento acerca da República Liberal. Desejam saber como?
Enviem-nos uma mensagem.
quarta-feira, 29 de julho de 2020
Relações Brasil-Europa - Política Internacional
Países do continente europeu têm grande participação na
história da Política Externa Brasileira (PEB). Em meio a vários exemplos,
podemos citar Portugal e a colonização, a Espanha e as disputas territoriais, a
França Antártica e a França Equinocial, o Brasil Holandês na região Nordeste, a Inglaterra e os Tratados de 1810, etc.
Hoje, discorreremos acerca de assuntos contemporâneos. Portugal tem vínculo
cultural, histórico e migratório com o Brasil, a ponto de, juridicamente,
existir equiparação entre cidadãos. Ambos cooperam em diversos setores na
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A Alemanha é um dos maiores
parceiros comerciais do Brasil na Europa, além de juntar-se ao Estado
brasileiro, juntamente com Índia e Japão, para reformar o Conselho de Segurança
das Nações Unidas (CSNU) por meio do G4. Apoiadora da entrada do Brasil no
CSNU, a França é um dos maiores parceiros políticos do Brasil no Velho
Continente. Nessa relação, franceses cooperam com o Brasil na cultura, no ramo militar,
etc. A Espanha é um Estado com muitos investidores no território brasileiro,
como no setor hoteleiro, telefônico e bancário. A Holanda é responsável por
superávits econômicos na balança comercial do Brasil, primordialmente por causa
do porto de Roterdã. Como é a parceria entre o Brasil e a Inglaterra? Vocês
sabem? Como estão as relações entre o Brasil e a Itália? No Programa de
Coaching do Diálogo Diplomático, a PEB é estudada tanto em sua estrutura
inicial quanto em sua evolução no decurso dos séculos. Vocês gostariam de
aprender mais sobre este tópico que faz parte do cotidiano de um diplomata?
Entrem em contato conosco para mais informações.
terça-feira, 28 de julho de 2020
Conferências nos anos 1940 - História mundial
Na primeira metade dos anos 1940, de meados ao final da
Segunda Guerra Mundial, contexto em que os Aliados e o Eixo batalhavam, uma
série de conferências foram criadas. Nesses encontros, líderes mundiais
delinearam o futuro das relações internacionais. Como sabemos que muitos
candidatos costumam confundir-se com os nomes, os anos e o que foi realizado em
cada reunião, compartilharemos algumas informações com vocês, futuros
diplomatas. Por meio de exemplos, podemos apresentar a Conferência do Atlântico
(1941), a Conferência de Washington (1942), a Conferência de Casablanca (1943),
a Conferência de Moscou (1943), a Conferência do Cairo (1943), a Conferência de
Teerã (1943), a Conferência de Bretton Woods (1944), a Conferência de Ialta
(1945), a Conferência de São Francisco (1945), a Conferência de Potsdam (1945).
Entender tais acontecimentos pode ajudá-los no momento de avaliar itens de C/E,
bem como incrementar suas explicações em provas discursivas. Alguns de seus
objetivos foram fornecer matéria-prima a países parceiros, traçar planos para
as fases da guerra, corrigir divergências, definir o sistema econômico
internacional, criar uma organização internacional, fazer divisões territoriais
em áreas de influência, criar tribunais para punir responsáveis pela violação
de direitos humanos, etc. Recordem que história mundial se harmoniza com outras
matérias do CACD. Consequentemente, essa disciplina deve ser estudada com
afinco. No Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, os nossos alunos
estudam sobre todo o contexto das guerras mundiais. Gostariam de aprimorar seu
conhecimento histórico, político, econômico, cultural, militar por meio de
leituras direcionadas para o CACD? Nós podemos ajudar. Contatem-nos.
Live com a psicóloga Adriana Moreno (CACD e saúde mental)
O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata 2020 está
cada vez mais próximo. Logo, pode-se afirmar que as semanas que envolvem a
publicação do edital e a primeira fase do CACD costumam ser grandes vilãs na
preparação de um candidato. Somam-se a ansiedade, o estresse, os pensamentos
negativos, a quantidade de matérias presentes no edital, as deficiências em
certas disciplinas, as poucas horas de estudo disponíveis no dia. Enfim, muitos
candidatos transformam um concurso público em uma guerra psicológica. Com o
objetivo de ajudá-los, orientá-los e até mesmo acalmá-los nestas semanas de
reta final, o professor Maurício Costa fará uma live com a psicóloga Adriana
Moreno, cujo assunto principal será a saúde mental de aspirantes à carreira de
diplomata. O encontro será no dia 01/08/2020, às 16:30h, na página do Facebook
e no canal do YouTube do Diálogo Diplomático. Contamos com a participação de todos
vocês. Bons estudos!
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Barroco - Literatura
sexta-feira, 24 de julho de 2020
Solução de controvérsias - Direito internacional
Ao estudar sobre solução pacífica de controvérsias em
direito internacional, o candidato obtém raciocínio jurídico no que diz
respeito a divergências entre diferentes partes. Na generalidade, pode-se
afirmar que embates, entre Estados, por exemplo, devem ser solucionados por
meio do diálogo e que o uso da força é proibido. Existem, entretanto, duas
exceções no contexto das relações interestatais, nas quais o uso da força é
permitido. A primeira faz alusão à autorização do Conselho de Segurança das
Nações Unidas, com base no capítulo VII, artigo 42, da Carta da ONU, ao passo
que a segunda se refere a situações de legítima defesa, baseada no artigo 51,
também presente na Carta supracitada. Conclui-se, por conseguinte, que, via de
regra, o direito internacional é “jus contra bellum”. Além disso, queridos
seguidores, saibam que não existe prazo máximo para a resolução de uma
controvérsia. Por isso, se a banca examinadora estipular um período na prova de
primeira fase, o item estará incorreto. Por fim, alguns meios foram
estabelecidos com a finalidade de resolver controvérsias, os quais são os meios
diplomático, político e jurídico. Nessas opções, encontram-se as negociações
diplomáticas, a mediação, o inquérito, a conciliação, a arbitragem, a
participação de tribunal internacional, etc. No Programa de Coaching do Diálogo
Diplomático, por intermédio de leituras, revisões e exercícios, os nossos
alunos adquirem técnicas e linguagens necessárias segundo as distintas
disciplinas do edital. Se você busca orientação para a sua preparação, nós
podemos ajudar. Escreva-nos.
