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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

MATERIAL DE POLÍTICA INTERNACIONAL

O site da Fundação Alexandre de Gusmão disponibiliza gratuitamente os textos apresentados nas duas Conferências Nacionais de Política Externa e Política Internacional. Há textos dos acadêmicos mais importantes da área no país em relação a todos os continentes, material de altíssima utilidade tanto para os diplomatas quanto para a prova de Política Internacional do CACD, na primeira e na terceira fases:

O link é:

http://www.funag.gov.br/ii-conferencia-nacional-de-politica-externa-e-politica-internacional-cnpepi

5 comentários:

mariana_azevedo disse...

Caro,
Passei a ler o blog a partir da reportagem na ZH deste dia 13. A cada dia encontro mais blogs e materiais disponíveis na internet sobre o CACD, e fico saitsfeita por ser este o menos óbvio. A indicação de livros que você disponibiliza alivia o peso de quem olha para mais ou menos 30 livros indicados em cada matéria e não sabe por onde começar... Gostei muito das dicas e estou estudando assim, aos poucos, longe dos grandes centros de preparação e fazendo uso das ferramentas disponíveis em Porto Alegre.
Parbéns pelo trabalho. Eis mais uma leitora conquistada.
Abraço.
Mariana A.

Verônica disse...

Caro Maurício,
Venho acompanhando seu desempenho desde o início das provas em fevereiro de 2007, a tensão, as alegrias, os aprendizados e os ensinamentos. Confesso que passei pelo seu antigo blo "cem anos de solidão" e me peguei lendo sobre seu agradecimento à todos aqueles que contrubuíram para seu desempenho, para sua gana nos estudos (digo, os invejosos e os que realmente acreditaram). Confesso que me identifiquei em muitos pontos citados por você, sobre suas dificuldades, tais como escola pública, estudos outros com muitas dificuldades (idiomas), a falta de maiores condições financeiras para melhores e maiores estudos, horário de estudos apertado concatenado com o trabalho, etc. Vi que citou algo sobre o Clio. Gostaria de saber como foi seu ingresso, quanto tempo teve para aprimoração naquele curso, como foi sua decisão de sair do RS e entrar de cabeça, definitivamente, na Diplomacia. Você disse também que virava noites e mais noites na biblioteca (IPA), pois então, depois de tanto estudar "até os olhos sangrarem e o cérebro derreter", como foi sua partida para um cursinho? Você conseguiu um modo de trabalhar para custeio dos estudos no cursinho? Me desculpe tantas indagações, mas é que muito me identifiquei e gostaria de saber como foi seu lado prático com tudo isso. O que puder me relatar, com toda aquela carga emocional que você deposita em seus textos, vou ficar eternamente grata... Agradeço também seus textos, que muito me enriquece em aconselhamentos e direcionamentos a serem tomados. Muito obrigada mesmo, Maurício!

Verônica disse...

Ah, meu e-mail para contato é wfilacia@yahoo.com.br

obrigada, novamente, pela atenção.
Verônica

Marco Aurélio Antunes disse...

Por meio do link indicado, acessei também a Biblioteca Digital de Política Externa, que tem um material muito interessante, disponível para download: http://www.funag.gov.br/BDPE .

Anônimo disse...

Prezado Maurício,

gostaria muito de saber a sua opinião sobre as bolsas destribuídas para afro-descendentes, pelo Programa de Ação Afirmativa.
Li um artigo que dizia que quem pensar em ser um diplomata agora, melhor "ser negro e analfabeto"(http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2785). Achei o comentário infeliz e desnecessário, tendo em vista que considero este programa como um dos grandes pontos deste governo. Além do mais, é uma forma de proporcionar ao negro uma chance de realizar um sonho que na maioria das vezes é impossível de se realizar, não só pela falta de recursos financeiros, mas também por inúmeros outros prejuízos sofridos na restrição de direitos, herdados dos seus ancestrais. Fatores estes que culminaram num atraso na ascensão social-econômica dos negros no Brasil.
Enfim, acredito também que quem passa neste concurso, sendo branco ou negro, não pode ser analfabeto, não é verdade?
Um grande abraço e obrigada.
Jaqueline Alves