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quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Não estudar para o CACD


No CACD, é impossível ser aprovado contando com a sorte, na medida em que, conquanto haja provas objetivas, os candidatos precisam escrever textos que contenham de 40 a 90 linhas de resposta, nas outras fases do concurso, o que inclui três línguas estrangeiras. Dessa forma, é necessário ter um estudo direcionado, para as distintas fases e disciplinas do edital. Se quiserem saber como, o professor Maurício Costa (@malcosta) pode orientar. Contatem-nos via chat ou direct.


 

Crase - Português/Redação


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No Curso de Redação do Diálogo Diplomático, o professor Maurício Costa (@malcosta) orienta nossos alunos não só na estrutura de um texto, como também em seus aspectos gramaticais. A crase, fusão do artigo “a” com a preposição “a”, é um dos elementos causadores da perda de pontos dos candidatos, ora na prova objetiva, ora na prova discursiva. Vocês já sabem todas as suas regras e exceções, futuros diplomatas? A princípio, informamos que a crase é empregada nas locuções adverbial, prepositiva, conjuncional, como “à noite”, “à frente de”, “à medida que”. Em seguida, afirmamos que há casos nos quais a crase é utilizada antes de palavras masculinas, conquanto alguns CACDistas memorizem que não é possível, como “àquele” (“a” + “aquele”), “à Pelé” (“à moda”). Finalmente, como regra, recomendamos que vocês decorem esta dica: “Se vai a e volta da, crase há. Se vai a e volta de, crase para quê?”. Com base nessa informação, pode-se ratificar que uma pessoa vai à Bahia e vai a Brasília, pois ela volta da Bahia e volta de Brasília. Vale lembrar que existem mais maneiras de adicionar o acento grave em um vocábulo. Se vocês, por conseguinte, desejam melhorar o seu conhecimento gramatical, além de realizar simulados completos para as provas discursivas do CACD, enviem-nos uma mensagem no chat/direct.


 

terça-feira, 30 de agosto de 2022

Poder Constituinte - Direito Interno


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Mediante orientações do professor Maurício Costa (@malcosta), no Programa de Coaching do Diálogo Diplomático, o candidato é preparado para as fases objetiva e discursiva do CACD. Quanto ao Poder Constituinte, em direito interno, por exemplo, precisa-se saber que suas funções são gerar e aperfeiçoar a Constituição, como no caso dos poderes Constituinte Originário e Constituinte Derivado. Ademais, é essencial conhecer três categorias do Poder Constituinte Derivado, tanto para não confundir-se na prova de C/E quanto para ter argumentos na prova escrita. Primeiramente, apresentamos o Poder Constituinte Derivado Reformador, o qual formula emendas constitucionais. Posteriormente, citamos o Poder Constituinte Derivado Decorrente, que institui constituições estaduais. Finalmente, mencionamos o Poder Constituinte Derivado Revisor, encarregado de tratar de emendas constitucionais de revisão. Se você, querido seguidor, almeja uma preparação que abranja leituras, revisões, exercícios, simulados completos, atualidades, dicas e técnicas de prova, nós podemos ajudá-lo, com cursos de Coaching e Redação. Escreva-nos: contato@dialogodiplomatico.com.


 

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Ler e Escrever - Discursivas CACD


Embora a preparação para o CACD demande que os candidatos realizem leituras diversas, ler livros, artigos, cadernos e páginas na internet não garante altas pontuações nas provas discursivas. Afinal, cada disciplina tem seus padrões de resposta. Por isso, caso queiram preparar-se para as provas escritas do CACD, o professor Maurício Costa (@malcosta) pode orientá-los. Aos interessados, chamem-nos no chat/direct.


 

Crises - Economia


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Crises globais fazem parte do que é aprendido no Coaching Avançado do Diálogo Diplomático, no momento de treinar questões discursivas de economia. Inicialmente, citamos aquilo que é chamado de "Pânico de 1873", cujo surgimento tem a ver com a falência de uma financeira, a Jay Cooke and Company, em conjunto com a dissolução da Bolsa de Valores de Viena. Em 1929, houve a "Grande Depressão", contexto no qual vocês estudam o crash da Bolsa de Valores de Nova Iorque, conhecido como “Quinta-Feira Negra”. Seguidamente, vamos para os anos 1970, período em que aconteceram dois "Choques do Petróleo", em consequência da Guerra do Yom Kippur e do aumento do preço do petróleo por parte de países da OPEP. Os anos 1980 ficaram conhecidos como “Década Perdida”. Nos anos 1990, aconteceram crises no México, em países Asiáticos e na Rússia. Em 2008, sucedeu a falência do tradicional banco de investimento estadunidense, o Lehman Brothers. Além de conhecer as principais crises internacionais, o CACDista deve atentar-se às principais consequências de cada. O New Deal e o G20 são exemplos que se encaixam em alguns dos acontecimentos citados acima. Sabem quais? Matriculem-se pelo contato@dialogodiplomatico.com e tenham aulas e orientações com o professor Maurício Costa (@malcosta).


 

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Brasil na Liga das Nações - História do Brasil


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Ao estudar Primeira República (1889-1930), no Coaching Avançado do Diálogo Diplomático, nossos alunos compreendem o que incentivou a participação do Brasil na Liga das Nações. A princípio, reconhece-se que a nação brasileira, com exceção de Cuba, sob tutela dos Estados Unidos até então, foi o único país da América Latina que atuou diretamente na Primeira Guerra Mundial. Uma das motivações dessa atuação, por consequência, foi sua presença na organização da Liga das Nações. Adicionalmente, o Brasil, assim como a Espanha, a Polônia, a China e a Bélgica, desejava ter um posto permanente na Sociedade das Nações. Algumas pretensões, todavia, foram recusadas em reuniões secretas. Outrossim, é necessário saber o que foi o Tratado de Locarno, uma vez que sua assinatura teve relação com a entrada da Alemanha como um dos membros permanentes da Liga. Futuros secretários, o presidente Artur Bernardes e seu chanceler, Félix Pacheco, foram a favor ou contra? Por quê? Os países permanentes da SDN eram os mesmos da atual Organização das Nações Unidas ou não?  Em nossos cursos, vocês são orientados tanto para a fase objetiva quanto para a fase discursiva do CACD. Desejam entender como? Matriculem-se em nossos cursos de Coaching e Redação, pelo contato@dialogodiplomatico.com, para receberem orientações do professor Maurício Costa (@malcosta).

 

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

TRI - Política Internacional


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Ao ter contato com Teoria das Relações Internacionais, em política internacional, os alunos do Programa de Coaching do Diálogo Diplomático percebem que a Primeira Guerra Mundial teve bastante influência nesse estudo. Já ouviram falar da Universidade de Aberystwyth e da Cátedra Woodrow Wilson, caríssimos candidatos? Com o passar dos anos, surgiram debates sobre o que ficou conhecido como Teoria das Relações Internacionais, cujos exemplos são Liberalismo, Realismo, Cientificismo, Tradicionalismo, Escola Inglesa, Escola de Copenhague, Neorrealismo, Marxismo, Construtivismo etc. Tais discussões se referem aos efeitos da cooperação, do direito internacional, do comércio, do militarismo, da segurança, do comportamento, da hierarquia, da construção social, dos interesses do Estado, entre outros. Ademais, aconselhamos que os CACDistas conheçam seus principais teóricos, suas inspirações e o que cada um defende, tais como Kant, Doyle, Angell, Tucídides, Maquiavel, Hobbes, Morgenthau, Waltz, Keohane, Nye, Onuf, Wendt etc. Também temos exemplos de suas principais obras, o que complementaria uma possível resposta discursiva na terceira fase. Gostariam de conhecê-las e de aperfeiçoar o conhecimento em política internacional, com orientações do professor Maurício Costa (@malcosta)? Escrevam para contato@dialogodiplomatico.com.